Rugby brasileiro inicia programa olímpico com apoio neozelandês

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Updated: agosto 19, 2012

Com o encerramento dos Jogos Londres 2012, o rugby inicia a contagem regressiva para a volta da modalidade ao currículo olímpico em 2016, no Rio de Janeiro. A preparação das seleções masculina e feminina do Brasil já está a todo vapor. Com a celebração da parceria com o Crusaders, equipe vencedora profissional da Nova Zelândia, e a Federação de Canterbury (região com maior número de campeões mundiais – All Blacks), o mês de agosto começou com treinamento intensivo para os atletas.

Nos dois primeiros finais de semana desse mês, os atletas foram testados e avaliados fisicamente por Darryn Collins, preparador físico neozelandês. Os trabalhos realizados no Centro de Treinamento da CBRu, em São José dos Campos, interior de São Paulo, foram intensos e os jogadores estão conscientes de que, para se tornarem os melhores, é preciso muita dedicação e disciplina.

Nesta terça-feira (14/08) chega ao Brasil o técnico John Haggart, coordenador do centro de alto rendimento do Crusaders, para continuidade do processo de planejamento e gestão das atividades com as seleções masculina e feminina, adultas e juvenil. “Hags”, como é conhecido em Christchurch (Nova Zelândia), jogou como abertura de Otago em 119 partidas, além de ter atuado como técnico assistente da Seleção de Canterbury e dos All Blacks M19 e M21. Ele foi o responsável pela negociação do contrato definido com o Presidente da CBRu, Sami Arap. Os nomes dos técnicos visitantes e do futuro Head Coach ainda são mantidos em sigilo pelas partes contratantes. Os neozelandeses transferirão know how de treinamento e jogo para as seleções brasileiras até 2017.

“Tradicionalmente, os países do top-10 do ranking do IRB não se interessam por desenvolver países potencialmente competidores. Essa parceria técnica é histórica. Após oito meses de discussões, chegamos a um entendimento e alinhamento mútuo de culturas locais, formas de trabalho, expectativas e metas. Com certeza, alcançaremos níveis físico e técnico substancialmente superior ao atualmente desempenhado por nossas seleções. Disputaremos os Jogos do Rio-2016 com equipes altamente competitivas”, afirma Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

 

Crédito: ZDL/Divulgação

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